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	<title>Comentários para: Regulação e Ciclos</title>
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	<description>&#34;Diga-me com quem andas e eu te direi se vou contigo&#34; Letice Botelho</description>
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		<title>Por: NS</title>
		<link>http://feliphe.com/regulacao-e-ciclos/comment-page-1/#comment-77</link>
		<dc:creator>NS</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 22:34:18 +0000</pubDate>
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		<description>De fato, deve existir um nível ideal de regulação para cada instante de tempo.
Mesmo que conseguissemos definir este nível, qualquer alteração do mesmo é custosa.
Neste sentido, imagino que essas adaptações não devam ser feitas frequentemente. 
E isto invariavelmente nos levará de novo à pergunta original. Uma vez que não conseguiremos estar no nível ideal em todos os momentos, devemos optar por uma alta ou baixa regulação?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De fato, deve existir um nível ideal de regulação para cada instante de tempo.<br />
Mesmo que conseguissemos definir este nível, qualquer alteração do mesmo é custosa.<br />
Neste sentido, imagino que essas adaptações não devam ser feitas frequentemente.<br />
E isto invariavelmente nos levará de novo à pergunta original. Uma vez que não conseguiremos estar no nível ideal em todos os momentos, devemos optar por uma alta ou baixa regulação?</p>
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		<title>Por: Feliphe</title>
		<link>http://feliphe.com/regulacao-e-ciclos/comment-page-1/#comment-76</link>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 00:46:32 +0000</pubDate>
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		<description>Não quero ser simplista, sei que é uma questão complicada, mas acho que do mesmo jeito que as empresas e as famílias têm que se adaptar à diferentes momentos, o governo também tem que ter essa preocupação. Não dá para esperar que um mesmo nível de regulação seja ideal sempre, alto ou baixo. 

Às vezes a sardinha vai ser puxada mais pro Keynes, às vezes pro Friedman, e assim vai. Ficar insistindo em uma mesma postura sempre para o Estado é tirar seu potencial de adaptabilidade à novos contextos e, por consequência, ir contra a idéia que os que se adaptam melhor sobrevivem. Não é só as empresas e as famílias que participam do processo de seleção natural, os governos também estão nesse jogo.

Caraca... passei até por Darwin agora. Que viagem :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não quero ser simplista, sei que é uma questão complicada, mas acho que do mesmo jeito que as empresas e as famílias têm que se adaptar à diferentes momentos, o governo também tem que ter essa preocupação. Não dá para esperar que um mesmo nível de regulação seja ideal sempre, alto ou baixo. </p>
<p>Às vezes a sardinha vai ser puxada mais pro Keynes, às vezes pro Friedman, e assim vai. Ficar insistindo em uma mesma postura sempre para o Estado é tirar seu potencial de adaptabilidade à novos contextos e, por consequência, ir contra a idéia que os que se adaptam melhor sobrevivem. Não é só as empresas e as famílias que participam do processo de seleção natural, os governos também estão nesse jogo.</p>
<p>Caraca&#8230; passei até por Darwin agora. Que viagem :)</p>
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	<item>
		<title>Por: NS</title>
		<link>http://feliphe.com/regulacao-e-ciclos/comment-page-1/#comment-75</link>
		<dc:creator>NS</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 21:58:49 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bem colocado. Mas, vc não acha que, ao deixarmos a empresa julgar se pode ou não ser flexível, já estamos sendo flexíveis de fato?
Parece que concordamos que é melhor ter liberdade para escolher a maneira como cada empresa ou indivíduo quer gerenciar suas atividades.
Será isso possível em um ambiente de alta regulação?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem colocado. Mas, vc não acha que, ao deixarmos a empresa julgar se pode ou não ser flexível, já estamos sendo flexíveis de fato?<br />
Parece que concordamos que é melhor ter liberdade para escolher a maneira como cada empresa ou indivíduo quer gerenciar suas atividades.<br />
Será isso possível em um ambiente de alta regulação?</p>
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	<item>
		<title>Por: Feliphe</title>
		<link>http://feliphe.com/regulacao-e-ciclos/comment-page-1/#comment-74</link>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 11:26:15 +0000</pubDate>
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		<description>Só mais uma coisa que pensei hoje. Também não podemos tomar a comparação com crianças sempre de forma negativa. Como naquele post do &quot;Aprendendo a Aprender&quot;, muitas vezes é preciso ingenuidade para inovar, para perder algumas restrições que normalmente as pessoas possuem e apostar na novidade. 

Acho que caberá ao Estado, ao mercado e aos chefes :), julgar  se a empolgação é fruto de um potencial inovador ou simplesmente imaturidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só mais uma coisa que pensei hoje. Também não podemos tomar a comparação com crianças sempre de forma negativa. Como naquele post do &#8220;Aprendendo a Aprender&#8221;, muitas vezes é preciso ingenuidade para inovar, para perder algumas restrições que normalmente as pessoas possuem e apostar na novidade. </p>
<p>Acho que caberá ao Estado, ao mercado e aos chefes :), julgar  se a empolgação é fruto de um potencial inovador ou simplesmente imaturidade.</p>
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	<item>
		<title>Por: Feliphe</title>
		<link>http://feliphe.com/regulacao-e-ciclos/comment-page-1/#comment-73</link>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 23:14:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://feliphe.com/?p=570#comment-73</guid>
		<description>Engraçado que eu me pergunto muito exatamente sobre essa questão do horário de trabalho. Que coincidência você falar sobre isso! :)

Bom, minha forma de pensar sobre o assunto é: em um mercado competitivo a melhor alternativa prevalecerá. :)

Tendo os &quot;atrasos&quot; como metáfora para ineficiências:

1) Se a empresa for competitiva e os atrasos não a prejudicarem: a empresa e o profissional continuarão produzindo para a sociedade;

2) Se a empresa for competitiva e os atrasos a prejudicarem: a pessoa vai se ferrar em algum momento dentro dela e acabará saindo da companhia ou mudará seu comportamento. Nos dois casos ela aprenderá que para a situação que viveu os atrasos eram ruins. A sociedade continuará com a empresa produzindo e agora terá um profissional com maior empregabilidade;

3) Se a empresa for prejudicada pelos atrasos mas não for competitiva suficiente para tomar uma atitude sobre isso: ela irá à falência e os seus empregados aprenderão que os atrasos não eram bons para os negócios. A sociedade não terá mais uma empresa ineficiente no mercado e seus empregados se esforçarão para não repetir o mesmo padrão em seus próximos trabalhos.

Não acho que a flexibilidade seja boa para todas as empresas, porque as equipes são diferentes. Caberá a empresa julgar se pode ser flexível ou não, se seus profissionais terão maturidade para lidar com essa flexibilidade. As empresas que fizerem os julgamentos certos continuarão no mercado, as que fizerem os julgamentos errados sairão. Mas no final a gente ganha com as duas situaçõs.

Talvez com os Estados seja mais ou menos a mesma coisa. A questão não deveria ser flexível ou não, mas sim quando eles devem assumir essas posturas. Até porque às vezes nos comportamos sim como crianças, principalmente quando estamos confiantes demais, não acha?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado que eu me pergunto muito exatamente sobre essa questão do horário de trabalho. Que coincidência você falar sobre isso! :)</p>
<p>Bom, minha forma de pensar sobre o assunto é: em um mercado competitivo a melhor alternativa prevalecerá. :)</p>
<p>Tendo os &#8220;atrasos&#8221; como metáfora para ineficiências:</p>
<p>1) Se a empresa for competitiva e os atrasos não a prejudicarem: a empresa e o profissional continuarão produzindo para a sociedade;</p>
<p>2) Se a empresa for competitiva e os atrasos a prejudicarem: a pessoa vai se ferrar em algum momento dentro dela e acabará saindo da companhia ou mudará seu comportamento. Nos dois casos ela aprenderá que para a situação que viveu os atrasos eram ruins. A sociedade continuará com a empresa produzindo e agora terá um profissional com maior empregabilidade;</p>
<p>3) Se a empresa for prejudicada pelos atrasos mas não for competitiva suficiente para tomar uma atitude sobre isso: ela irá à falência e os seus empregados aprenderão que os atrasos não eram bons para os negócios. A sociedade não terá mais uma empresa ineficiente no mercado e seus empregados se esforçarão para não repetir o mesmo padrão em seus próximos trabalhos.</p>
<p>Não acho que a flexibilidade seja boa para todas as empresas, porque as equipes são diferentes. Caberá a empresa julgar se pode ser flexível ou não, se seus profissionais terão maturidade para lidar com essa flexibilidade. As empresas que fizerem os julgamentos certos continuarão no mercado, as que fizerem os julgamentos errados sairão. Mas no final a gente ganha com as duas situaçõs.</p>
<p>Talvez com os Estados seja mais ou menos a mesma coisa. A questão não deveria ser flexível ou não, mas sim quando eles devem assumir essas posturas. Até porque às vezes nos comportamos sim como crianças, principalmente quando estamos confiantes demais, não acha?</p>
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		<title>Por: NS</title>
		<link>http://feliphe.com/regulacao-e-ciclos/comment-page-1/#comment-72</link>
		<dc:creator>NS</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 21:53:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://feliphe.com/?p=570#comment-72</guid>
		<description>Regular ou não regular. Que perguntinha complicada, não?! Para fins práticos, deveriamos discutir muita ou pouca regulação.
Esse dilema está presente constantemente nas nossas vidas. As vezes nos mais pequenos detalhes. E nem nos damos conta disso.
Um exemplo que julgo interessante é o horário de chegada no trabalho. Em alguns casos, existe algo pré-definido (as vezes tacitamente). Em outros, não.
É bom aplicar punições para quem não obedeça os horários? De que tipo? Em que casos?
Uma questão não tão complexa como essa já possui muitas variáveis que são difíceis de equacionar. Qual é a resposta certa? Não sei. 
Julgo, contudo,  que tanto as empresas como os trabalhadores obtem melhores resultados em ambientes de alta flexibilidade de horários.
No final, é bom ter liberdade. Se estivermos bem orientados, não vamos agir de forma inconsequente.
Ou será que o Estado deve tratar a todos como crianças?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Regular ou não regular. Que perguntinha complicada, não?! Para fins práticos, deveriamos discutir muita ou pouca regulação.<br />
Esse dilema está presente constantemente nas nossas vidas. As vezes nos mais pequenos detalhes. E nem nos damos conta disso.<br />
Um exemplo que julgo interessante é o horário de chegada no trabalho. Em alguns casos, existe algo pré-definido (as vezes tacitamente). Em outros, não.<br />
É bom aplicar punições para quem não obedeça os horários? De que tipo? Em que casos?<br />
Uma questão não tão complexa como essa já possui muitas variáveis que são difíceis de equacionar. Qual é a resposta certa? Não sei.<br />
Julgo, contudo,  que tanto as empresas como os trabalhadores obtem melhores resultados em ambientes de alta flexibilidade de horários.<br />
No final, é bom ter liberdade. Se estivermos bem orientados, não vamos agir de forma inconsequente.<br />
Ou será que o Estado deve tratar a todos como crianças?</p>
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