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	<title>feliphe.com &#187; Web</title>
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	<description>&#34;Diga-me com quem andas e eu te direi se vou contigo&#34; Letice Botelho</description>
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		<title>Acompanhamento natural do trabalho</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Apr 2011 13:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acho que já tem uns dois anos que mantenho o blog. Nesse tempo aprendi a ficar viciado em uma coisa que quem tem site vai entender: Google Analytics. Até que estou menos obcecado agora, mas teve uma época que eu checava o dashboard da ferramenta pelo menos uma vez por dia. Aqueles mil gráficos mostrando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que já tem uns dois anos que mantenho o blog. Nesse tempo aprendi a ficar viciado em uma coisa que quem tem site vai entender: Google Analytics. Até que estou menos obcecado agora, mas teve uma época que eu checava o dashboard da ferramenta pelo menos uma vez por dia. Aqueles mil gráficos mostrando tudo sobre os visitante do site (quais páginas mais acessam, quanto tempo ficam navegando, de onde estão vindo&#8230;) é de deixar qualquer um maluco. Continuo acompanhando, mas de forma mais comedida :)</p>
<p>A questão é: a gente adora acompanhar um gráfico. Quando nos mostram de forma simples um bando de informação que normalmente é difícil de entender a gente acaba prestando atenção. <span style="background-color: #ffffff;">Sacando isso já estão desenvolvendo ferramentas onde você pode praticamente monitorar a sua vida, como o <a href="http://www.daytum.com/crudden">Daytum</a>.</span></p>
<p><a href="http://www.daytum.com/crudden" target="_blank"><img src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2011/04/FireShot-capture-156-DAYTUM-www_daytum_com_crudden-540x366.png" alt="" title="Daytum" width="540" height="366" class="aligncenter size-medium wp-image-1794" /></a></p>
<p><br/></p>
<p>Achei a idéia interessante, mas cá para nós, ficar anotando&#8221;virtualmente&#8221; tudo que fizemos o dia inteiro não é lá muito prático. O monitoramento contínuo que dá certo tem que ser simples. A palavra é &#8220;automático&#8221;. Para que o serviço realmente torne-se popular as análises já tem que vir naturalmente para o usuário, sem que ele precise ficar consolidando os dados manualmente. Como o Google Analyitcs: você loga e já vê os gráficos a partir dos dados coletados pelo sistema. Fácil.</p>
<p>Dois serviços já se tornaram bastante populares nos EUA e alguns outros lugares do mundo seguindo essa premissa: o Mint e o Nike+.</p>
<p><a href="https://www.mint.com" target="_blank"><img src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2011/04/FireShot-capture-157-Graphs-I-Mint_com-www_mint_com_how-it-works_graphs1-540x222.png" alt="" title="Mint.com" width="540" height="222" class="aligncenter size-medium wp-image-1799" /></a></p>
<p><br/></p>
<p><a href="http://www.wired.com/medtech/health/magazine/17-07/lbnp_nike?currentPage=2" target="_blank"><img src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2011/04/nikeplus_01-540x330.jpg" alt="" title="Nike+" width="540" height="330" class="aligncenter size-medium wp-image-1800" /></a></p>
<p><br/></p>
<p>E no trabalho?</p>
<p>Eu sou fervoroso defensor de que o dia-a-dia no trabalho fique mais simples. Afinal são 8h em média (no mínimo) que ficamos no escritório. E também gosto da idéia de utilizar aplicativos para deixar o gerenciamento de produtividade mais simples, natural. Os fornecedores de TI já estão atentos para isso, oferecendo serviços cada vez mais gráficos para acompanhamento de linhas de produção, equipes de vendas e redes de suprimentos. Mas isso tudo já é meio que quantificável, mastigável, certo? Eles só estão organizando os dados e exibindo as consolidações de forma visual.</p>
<p>Mas e questões mais intangíveis do mundo corporativo? Existem pontos que podem redefinir totalmente alguns procedimentos de trabalho, como por exemplo os relacionamentos dentro da organização que não estão refletidos no organograma e a variação de tempo médio que funcionários precisam dedicar em determinadas atividades. Estes pontos podem parecer difíceis de serem quantificados, nesse caso os dados a serem monitorados não são tão óbvios quanto &#8220;produtos em estoque&#8221;. Mas eles existem, e provavelmente já estão disponíveis na empresa. Só é preciso desenvolver as ferramentas que vão coletá-los e consolidá-los em gráficos.</p>
<p>Para essas questões eu acho que o pessoal de desenvolvimento de aplicativos web está mais adiantado que as consultorias. As empresas de TI já estão desenvolvendo ferramentas desse tipo, mas elas ainda não se tornaram tão comuns (ou faladas) como as ferramentas mais &#8220;batidas&#8221;, como CRM e ERP. Por que? Também não sei. O meu palpite é que os próprios fornecedores ainda não acreditam no potencial de alcance desses recursos. Acho que a tecnologia ainda é vista como &#8220;passa-tempo de internet&#8221;, o que é uma pena. Se as pessoas já estão monitorando suas corridas pelo iPod, porque não iriam querer monitorar os relacionamentos de suas caixas de email? Ou seu nível de aprendizado, continuamente?</p>
<p>De qualquer forma acho que o &#8220;monitoramento pessoal e contínuo&#8221; é uma tendência que ainda vai crescer muito, então é bom ficar de olho. Reuni alguns exemplos dessas iniciativas, que talvez possam servir de referência para quem tiver lendo esse post.</p>
<p><a href="http://hcil.cs.umd.edu/trs/2005-08/2005-08.pdf" target="_blank">Relacionamentos no ambiente de trabalho através das trocas de emails</a></p>
<p><a href="http://www.manictime.com" target="_blank">Monitoramento &#8220;passivo&#8221; de uso do tempo de trabalho com Manictime</a></p>
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		<title>Arquitetura de Escolha</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 04:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Segue abaixo a apresentação que fiz no último Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação. Vou ver se consigo disponibilizar o áudio também. Arquitetura de Escolha &#8211; EBAI 2010 Como assunto relacionado, segue o link para o meu primeiro post do blog, justamente sobre Paradoxo da Escolha. Que engraçado, estava falando sobre isso em 2008, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue abaixo a apresentação que fiz no último Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação. Vou ver se consigo disponibilizar o áudio também. </p>
<div style="width:550px" id="__ss_5766139"><strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a href="http://www.slideshare.net/feliphelavor/arquitetura-de-escolha-ebai-2010" title="Arquitetura de Escolha - EBAI 2010">Arquitetura de Escolha &#8211; EBAI 2010</a></strong><object id="__sse5766139" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=ebai2010tomadadedecisaofeliphelavor-101113042242-phpapp01&#038;rel=0&#038;stripped_title=arquitetura-de-escolha-ebai-2010&#038;userName=feliphelavor" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed name="__sse5766139" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=ebai2010tomadadedecisaofeliphelavor-101113042242-phpapp01&#038;rel=0&#038;stripped_title=arquitetura-de-escolha-ebai-2010&#038;userName=feliphelavor" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object> </div>
<p>Como assunto relacionado, segue o link para o meu primeiro post do blog, justamente sobre <a href="http://feliphe.com/paradoxo-da-escolha/">Paradoxo da Escolha</a>. Que engraçado, estava falando sobre isso em 2008, e em 2010 volto ao tópico em um congresso. Será que estou ficando repetitivo?</p>
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		<title>Internet e guerra no Rio</title>
		<link>http://feliphe.com/internet-e-guerra-no-rio/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 02:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu me dou conta como acho a internet interessante quando está a maior guerra no Rio de Janeiro e eu fico impressionado com o que vejo online. De tarde vi o bilhete scaneado que ficou circulando, falando do pacto entre as facções criminosas. Tinha um &#8220;retrólogo&#8221; que até agora não sei o que significa, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu me dou conta como acho a internet interessante quando está a maior guerra no Rio de Janeiro e eu fico impressionado com o que vejo online.</p>
<p>De tarde vi o <a id="aptureLink_KFgOSHENgb" href="http://robertatrindade.files.wordpress.com/2010/11/carta-unic3a3o.jpg">bilhete scaneado</a> que ficou circulando, falando do pacto entre as facções criminosas. Tinha um &#8220;retrólogo&#8221; que até agora não sei o que significa, mas achei tão engraçado que coloquei no meu status do Gtalk. Fiquei pensando o quanto demoraria para a imagem desse bilhete se espalhar antes de termos internet e, pior, para gerar piadinhas sem graça. </p>
<p>À noite vi o <a id="aptureLink_wVPGgJd8RC" href="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf">vídeo surreal</a> dos bandidos fugindo da Vila Cruzeiro para o Complexo do Alemão. O que é impressionante do vídeo é que os próprios jornalistas não sabiam muito bem o que estava acontecendo, porque a imagem foi transmitida ao vivo. A imagem tinha sido transmitida à tarde na Globonews, mas consegui ver depois no site do canal.  Levei o notebook para cozinha, mostrei para o pessoal que estava aqui em casa, e ficamos todos discutindo sobre isso. Fiquei pensando como mudou essa questão de vermos vídeos quando quisermos, sem ficar dependente do horário do jornal, quase como uma guerra transmitida em tempo real mas que conseguimos assistir sob demanda.</p>
<p>Agora acabei de ver que o <a id="aptureLink_1Czx4RNnKB" href="http://twitter.com/CasodePolicia">Twitter do Casos de Polícia</a>, do jornal Extra, está publicando rapidamente o que é boato (#eboato) e o que é verdade (#everdade) nas informações que estão sendo espalhadas sobre os conflitos. Fiquei pensando como esses mecanismos de comunicação imediata podem espalhar mentiras mas também &#8220;desmentiras&#8221; tão rapidamente.</p>
<p>Juntando isso tudo, acho impressionante como as pessoas se auto-organizam, de forma autônoma, em torno da tecnologia. E como alguém pára para escrever sobre isso em um blog.</p>
<p>O bicho pegando lá fora e eu pensando nessas coisas&#8230;</p>
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		<title>Gerenciamento behavioural de projetos</title>
		<link>http://feliphe.com/gerenciamento-behavioural-de-projetos/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 03:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Finalmente começamos a adotar “oficialmente” o Scrum como metodologia de gerenciamento de projeto na equipe do meu trabalho. Para o pessoal de TI e de web não é nada demais, mas para as outras áreas Scrum ainda é um termo relativamente desconhecido. Tenho que dizer que até o momento estou bem satisfeito. Já fizemos uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente começamos a adotar “oficialmente” o <a id="aptureLink_CdtaQa8wDD" href="http://www.youtube.com/watch?v=xa-C0No2Uic">Scrum</a> como metodologia de gerenciamento de projeto na equipe do meu trabalho. Para o pessoal de TI e de web não é nada demais, mas para as outras áreas Scrum ainda é um termo relativamente desconhecido. </p>
<p>Tenho que dizer que até o momento estou bem satisfeito. Já fizemos uma entrega, com todos felizes: equipe e cliente. A diferença mais óbvia (e anunciada) entre o Scrum e as metodologias de gerenciamento de projeto ditas tradicionais é que o primeiro não rejeita as mudanças. Não é a utopia de que tudo pode ser previsto e de que nós somos totalmente racionais. Digamos que seja uma metodologia mais realista.</p>
<p>Mas tirando esse ponto de lidar bem com mudanças, o que mais me admira na metodologia é como ela considera um monte de questões bem “humanas”. Ela prevê, aceita e tenta contornar vários dos nossos vícios e tiques. Alguns pontos da nossa natureza que acho que o Scrum deixa bem evidentes:</p>
<p><strong>Perdemos o foco rápido</strong> Não adianta insistir, são poucas as pessoas que conseguem ficar muito tempo fazendo a mesma coisa sem se desfocar. A maioria fica ali, fazendo o que tem que fazer, mas se demorar muito para terminar acaba viajando por qualquer besteira, principalmente em tempos de Facebook, Youtube e cia. O Scrum prevê isso quando define tarefas curtas, com duração média de um dia. É mais fácil permanecer focado até o fim da tarefa quando ela é curta.</p>
<p><strong>Não somos multitask </strong> Esse negócio de que conseguimos fazer um monte de coisas ao mesmo tempo é uma lenda. Podemos até conseguir dar conta de tarefas em paralelo, mas somos muito mais rápidos quando estamos focados em uma tarefa e partimos para outra apenas quando acabamos o que estamos fazendo. O Scrum atende isso quando faz com que peguemos uma tarefa de cada vez.</p>
<p><strong>Ficamos mais motivados com feedback contínuo </strong>Essa é a velha arma utilizada pelos vídeo-games e a causa do vício em drogas: as “recompensas” sucessivas, em curtos períodos de tempo. Como no Scrum as nossas tarefas duram em média um dia e as entregas são feitas aproximadamente a cada dez ou vinte dias, sempre temos retorno rápido do nosso trabalho. Acabamos motivados a produzir mais.</p>
<p><strong>Nossa opinião muda ao sabermos a opinião dos outros antes</strong> Quando fazemos alguma estimativa, acabamos muito influenciados pelo que os outros que estão próximos de nós falam. O Scrum prevê isso, por isso no momento de estimar esforço de alguma etapa do projeto todos da equipe devem expor sua opinião ao mesmo tempo, por meio de cartões. Evita o efeito de <a id="aptureLink_LBMz3BxjIs" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Information%20cascade">informação em cascata</a>.</p>
<p><strong>É mais fácil escrever um problema para o “nada” do que falar na cara das pessoas</strong> Esse é o principal motivo porque vemos tanta gente falando besteiras na internet (Orkut, Email, Facebook, Twitter&#8230;), que você nunca imaginaria falando em voz alta para alguém. Porque na internet a pessoa está sozinha com seu computador, fica mais fácil perder a censura. O Scrum joga com isso. A cada final de ciclo do projeto a equipe se reúne para lavar a “roupa suja”. Mas os elogios e queixas são escritos em cartões, e não falados na cara, no estilo “Pessoal, o que vocês acham que não funcionou no projeto?”. Só um determinado tipo de pessoa participa dessas dinâmicas em voz alta, logo o resultado fica completamente enviesado. Quando pedimos para as pessoas escreverem mais gente participa, deixando o debate mais honesto e rico.</p>
<p><strong>Ficamos melindrados quando recebemos ordens</strong> O Scrum lida com isso principalmente em dois momentos: quando estamos estimando o esforço de cada etapa do projeto, em que todos da equipe opinam, e quando estamos dividindo as tarefas entre o grupo,  em que cada um da equipe pode escolher o que vai fazer até o final do dia. Ninguém decidindo a vida de todos em um Project da vida.</p>
<p><strong>Ficamos comparando piruzinho</strong> Acho essa expressão tão engraçada. Não sei quem que eu conheço que vive falando isso, que as pessoas ficam &#8220;comparando piruzinho&#8221;. Basicamente é ficar se comparando com quem está do lado. No Scrum isso acontece de forma natural, porque o que todos estão fazendo fica exposto em um quadro. Ninguém fica cobrando nada, mas também ninguém quer ficar para trás.</p>
<p>O Scrum possui alguns outros pontos &#8220;humanos&#8221; também. E,  como qualquer metodologia, vários problemas. Mas tenho uma tendência a gostar de práticas que aceitam que somos imperfeitos. Estou chegando a conclusão que o Scrum é bem <a id="aptureLink_GOXxNg7P9y" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Behavioural%20sciences">behavioural</a> :)</p>
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		<title>Qwiki, Jetsons, futuro, ah&#8230;.. :)</title>
		<link>http://feliphe.com/qwiki-jetsons-futuro-ah/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 00:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Papo de buteco]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando comecei a usar internet, acho que em tempos de Altavista ainda, eu tinha um fetiche de que poderia aprender rapidamente sobre qualquer coisa. Desses conhecimentos que espera-se que todo mundo tenha pelo menos o básico, tipo &#8220;Quem foi Aristóteles&#8221;, ou &#8220;Músicas de Bethoven&#8221;. Mas para falar a verdade acabei não fazendo muito uso disso. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando comecei a usar internet, acho que em tempos de <a id="aptureLink_S1Jr0wGFCS" href="http://en.wikipedia.org/wiki/AltaVista">Altavista</a> ainda, eu tinha um fetiche de que poderia aprender rapidamente sobre qualquer coisa. Desses conhecimentos que espera-se que todo mundo tenha pelo menos o básico, tipo &#8220;Quem foi Aristóteles&#8221;, ou &#8220;Músicas de Bethoven&#8221;. Mas para falar a verdade acabei não fazendo muito uso disso. No início até colocava uns verbetes, lia alguma e tal. Mas a internet não se transformou na principal introdução para esses &#8220;clássicos&#8221; que eu pensei que seria. Pelo menos para mim.</p>
<p>Mas aí&#8230;.. Bom, estou um pouco animado demais porque recebi ontem um convite para esse Qwiki e, tenho que dizer, é sensacional! Quando eu vi o <a id="aptureLink_XR7yQ55hHz" href="http://techcrunch.com/2010/09/27/qwiki/">vídeo do demo</a>, há mais ou menos um mês, confesso que não me empolguei muito. Pensei &#8220;Ah, mais umas dessas novidades de internet&#8230;&#8221;. Mas agora que eu testei, putz, acho que foi uma sensação parecida de quando usei o Skype da primeira vez. Tipo Jetsons. Até fiz um videozinho, coloco abaixo.</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7YYooAu3X44?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7YYooAu3X44?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></p>
<p>Agora imagina que você está no metrô, um amigo te chama para ir a uma exposição do Rembrandt, você conhece o artista de nome mas não sabe mais nada sobre. Então você pega o seu iPad, digita Rembrandt, coloca o fone de ouvido e vê uma apresentação dessa, a caminho da exposição. Fala sério, sensacional.</p>
<p>Ah, o futuro&#8230;. que ótimo&#8230;. :)</p>
<p>Abaixo um vídeo de um cara usando o Qwiki no iPad.</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/plM8AYg-vyo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/plM8AYg-vyo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></p>
<p>UPDATE:</p>
<p>Caraca&#8230; medo. Fui procurar o vídeo da demo do Qwiki e vi que o fundador do aplicativo é o mesmo cara que fez o Altavista, que menciono no início do post! Que bizarro. Bom, o cara é com certeza um visionário :)</p>
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		<title>EBAI 2009. 2009???</title>
		<link>http://feliphe.com/ebai-2009-2009/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 15:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, 2009&#8230; Vou apresentar um trabalho no EBAI desse ano e me dei conta que ainda não tinha colocado minha apresentação do ano passado aqui no blog. Bom, enfim, corrigindo o atraso de um ano, segue o vídeo da apresentação (detalhe: o áudio é uma cortesia da minha amiga Karen Fornari).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, 2009&#8230; Vou apresentar um trabalho no <a id="aptureLink_b7e2W8Fmce" href="http://www.congressoebai.org/">EBAI</a> desse ano e me dei conta que ainda não tinha colocado minha apresentação do ano passado aqui no blog.</p>
<p>Bom, enfim, corrigindo o atraso de um ano, segue o vídeo da apresentação (detalhe: o áudio é uma cortesia da minha amiga Karen Fornari).</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/16140218?byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ffffff" width="650" height="366" frameborder="0"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Email turbinado</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 03:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Papo de buteco]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse post não será dos filosóficos, acho que está mais para os de utilidade pública :) Mas queria falar sobre duas ferramentas que descobri na semana passada e que já estou viciado. Elas dão um upgrade no Gmail, acho que pode ser útil para quem lê o blog. Rapportive: Email em tempos de redes sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse post não será dos filosóficos, acho que está mais para os de utilidade pública :) Mas queria falar sobre duas ferramentas que descobri na semana passada e que já estou viciado. Elas dão um upgrade no Gmail, acho que pode ser útil para quem lê o blog.</p>
<p><strong>Rapportive: Email em tempos de redes sociais</strong></p>
<p>A primeira é o <a href="http://rapportive.com/" target="_blank">Rapportive</a>. É sensacional, um plugin para Firefox e Chrome que te mostra um perfil rápido do autor de cada email da sua Inbox. Imagem abaixo:</p>
<p><br/></p>
<p><a href="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2010/09/rapportive1.png"><img src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2010/09/rapportive1.png" alt="" title="Rapportive" width="670" class="alignnone size-full wp-image-1544" /></a></p>
<p>Putz, super útil, imagino para um milhão de situações. Algumas:</p>
<p>1) Faço parte de algumas listas de discussões e na maior parte das vezes não conheço as pessoas que estão respondendo aos emails. Com o Rapportive já tenho uma visão rápida sobre quem está participando das conversas.</p>
<p>2) Em um processo seletivo já reúne os links das páginas das pessoas que estão mandando currículos.</p>
<p>3) Em uma empresa que usa o servidor de emails do Gmail para assuntos corporativos é praticamente um serviço de CRM.</p>
<p>E de quebra ainda tira as propagandas chatas do Gmail.</p>
<p>Muito bom. Claro que tem um quê de big brother, mas das duas uma: ou você assume que tem muita informação sua na internet e administra isso ou finge que não está nada acontecendo e só fica sendo observado, sem observar. Confesso que prefiro a primeira opção. Se você não gostar dessa exposição toda é até bom para checar o que aparece sobre você na internet, para revisar suas configurações de privacidade em redes sociais.</p>
<p>Outra questão meio delicada é o acesso que os fornecedores do plugin tem à sua caixa de emails. Mas gostei da <a href="http://rapportive.com/privacy" target="_blank">página de política de privacidade</a> deles.</p>
<p><strong>Graph Your Inbox: Email em tempos de analytics</strong></p>
<p>A segunda ferramenta que descobri essa semana é o <a href="http://www.graphyourinbox.com/" target="_blank">Graph Your Inbox</a>. Imaginem um Google Analytics do seu Gmail. Pois bem, é quase isso. Você pode traçar gráficos do volume emails na sua caixa de entrada a partir de determinados parâmetros. Fala sério, um milhão de utilidades também, principalmente para empresas ou pessoas que usam o Gmail para trabalho. Fiz umas brincadeiras com a ferramenta:</p>
<p>1) Estou trabalhando na ANS e recebo todos os dias um  alerta do Google com o que sai sobre a agência na internet. O título do email sempre contém o critério do meu alerta, então consigo filtrar todos os alertas recebidos. Se você colocar isso no Graph Your Inbox dá para gerar um gráfico automático de quantas menções a agência recebeu ao longo do tempo.</p>
<p><br/></p>
<p><a href="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2010/09/gmail_analytics1.png"><img src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2010/09/gmail_analytics1.png" alt="" title="Graph Your Inbox" width="670" class="alignnone size-full wp-image-1527" /></a></p>
<p>2) Como disse antes, participo de algumas listas de discussões. Uma é a de <a href="http://lists.ibiblio.org/mailman/listinfo/aifia-pt" target="_blank">Arquitetura de Informação da Information Arquitecture Institute</a>, outra é a de Engenheiros de Produção da UFRJ (essa não tem link porque acho que é fechada). Queria comparar em qual das duas são oferecidas mais vagas de emprego, para isso coloquei na query da busca a palavra &#8220;vaga&#8221;. A lista de Arquitetura ganhou de longe, achei engraçado.</p>
<p><br/></p>
<p><a href="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2010/09/graph.png"><img src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2010/09/graph.png" alt="" title="Graph Your Inbox" width="670" class="alignnone size-full wp-image-1554" /></a></p>
<p>3) Além das duas listas que disse no ponto anterior, também participo da <a href="http://groups.freecycle.org/Rio_Freecycle/description" target="_blank">Freecyle Rio</a>, para doação de coisas que você jogaria fora. Queria comparar a quantidade de discussões das três listas e a de Arquitetura também ganhou. Será que estão oferecendo tantas vagas de emprego para arquitetos de informação porque o pessoal em vez de trabalhar fica mandando muito email para listas de discussão? :) Ou será que o mercado está bom e a profusão de discussões na verdade é um reflexo saudável disso? Sei lá, mas é legal poder levantar essas questões a partir de gráficos que ajudam a visualizar a informação.</p>
<p><br/></p>
<p><a href="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2010/09/gmail_analytics3.png"><img src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2010/09/gmail_analytics3.png" alt="" title="Graph Your Inbox" width="670" class="alignnone size-full wp-image-1528" /></a></p>
<p>Enfim, já estou viciado no Rapportive e no Graph Your Inbox.</p>
<p><strong>Network effect</strong></p>
<p>Mudando um pouco de assunto, mas ainda falando dessas ferramentas. É impressionante como a gente fica dependente de alguns produtos não por causa deles próprios, mas por causa dos seus complementos. Isso vai me acontecer com o Chrome por causa do Graph Your Inbox. A ferramenta só funciona no browser do Google, e eu já tinha desistido dele e voltado para o Firefox. Vou ter que continuar usando os dois ao mesmo tempo&#8230;</p>
<p>Mas esses caras não são bobos, essa cultura de complementos é uma realidade que estamos vivendo. Também estou atrelado ao iPod, que nem gosto tanto para falar a verdade, por causa de um speakerzinho muito bom que tenho e que&#8230; só funciona com o iPod. </p>
<p>Há alguns anos atrás li um livro na faculdade que falava sobre isso. <em>Pursuing the Competitive Edge</em>, do Robert Hayes. O cara fala:</p>
<blockquote><p>The output of a network is not a single product, but a system of complementary products that together have the potential do make each individual product (and the network as a whole) more valuable.&#8221;</p></blockquote>
<p>Pensem em aplicativos do iPhone. Quanto mais aplicativos úteis na App Store, mais valioso os próprios gadgets da Apple. Não é a toa que os caras estão ganhando uma baba nesse setor,<a href="http://www.eweek.com/c/a/Mobile-and-Wireless/Apple-iPhone-Store-Eclipses-Android-Market-in-Paid-Apps-118549/" target="_blank"> o que não deve mudar tão cedo</a>. </p>
<p>Mas, bom, eu que mudei muito de assunto agora. Melhor parar por aqui :)</p>
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		<title>Twitter</title>
		<link>http://feliphe.com/twitter/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 20:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de buteco]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Não tenho escrito muito no blog (acho que o último post foi em março&#8230;) mas queria falar um pouco do Twitter. Estou impressionado com o negócio. Sério mesmo. Antes estava achando que era mais uma ondinha, mas agora que estou usando de forma útil comecei a valorizar a ferramenta. Algumas das coisas que aconteceram desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho escrito muito no blog (acho que o último post foi em março&#8230;) mas queria falar um pouco do Twitter. Estou impressionado com o negócio. Sério mesmo. Antes estava achando que era mais uma ondinha, mas agora que estou usando de forma útil comecei a valorizar a ferramenta.</p>
<p>Algumas das coisas que aconteceram desde que comecei a usar o Twitter:</p>
<p>1) Praticamente não leio mais feed de rss. Antes de começar a trabalhar dou uma olhada nos tweets que chegaram, vejo os sites e artigos interessantes enviados por quem eu sigo e dou uma navegada rápida pelas indicações. Tenho gostado mais do resultado final do que quando eu seguia feeds;</p>
<p>2) Participei de um congresso no início de outubro em São Paulo, apresentando um sistema que desenvolvemos no meu trabalho no ano passado. O pessoal do congresso estava twittando todas as palestras em tempo real. Na semana seguinte uma empresa ligou para o meu trabalho interessada em comprar o sistema, depois ter lido no Twitter os comentários sobre a apresentação.</p>
<p>Fala sério&#8230;</p>
<p>E o potencial desse acompanhamento real é um absurdo, a ser escrito por muitos e muitos outros posts. Não sei se será necessariamente pelo Twitter, mas definitivamente isso é uma tendência. Eu próprio já me vi acompanhando um congresso pela ferramenta, imagina quando estivermos transmitindo em tempo real na internet os vídeos que capturamos com nossos celulares? E quando um site conseguir integrar esses posts de texto, som e vídeo ao vivo para um determinado evento? O mundo acompanhado em tempo real pelos olhos da inteligência coletiva.</p>
<p>Meio assustador, mas acho maneiro :)</p>
<p>Para quem ainda está perdido segue <a href="http://informatica.hsw.uol.com.br/twitter1.htm" target="_blank">link explicando o que são os tweets</a> e o outro <a href="http://www.twhirl.org/" target="_blank">para baixar um programinha bom para usar a ferramenta (o Twirl)</a>.</p>
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		<title>Produtividade Online</title>
		<link>http://feliphe.com/produtividade-online/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 01:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou meio sumido. Essas últimas semanas têm sido meio corridas, mas publiquei um texto na intranet do meu trabalho que talvez seja útil para os leitores do blog. São recursos disponíveis gratuitamente na internet para ajudar na produtividade do dia-a-dia. Uso a maioria deles e recomendo a todos. Segue a lista: NETVIBES: Organiza na mesma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou meio sumido. Essas últimas semanas têm sido meio corridas, mas publiquei um texto na intranet do meu trabalho que talvez seja útil para os leitores do blog. São recursos disponíveis gratuitamente na internet para ajudar na produtividade do dia-a-dia. Uso a maioria deles e recomendo a todos. Segue a lista:</p>
<hr/>
<strong><a href="http://www.netvibes.com/" target="_blank">NETVIBES:<br />
</a><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.netvibes.com/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1048" title="netvibes" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/02/netvibes.jpg" alt="netvibes" width="570" height="117" /><br />
</a>Organiza na mesma interface todos os feeds de rss que acompanho. É rápido e fácil de configurar, além de ter outros recursos como caixa de emails, lista de tarefas e widgets. O legal é que dá para acessar de qualquer lugar conectado à internet, basta usar seu login e senha. Sem brincadeira, o Netvibes mudou o jeito como leito notícias na internet.</span></strong></p>
<hr/>
<p><strong><a href="http://checkvist.com" target="_blank">CHECKVIST:<br />
</a><span style="font-weight: normal;">O topo das &#8220;checklists&#8221;. Possibilita sub-tarefas, compartilhamento na web e exportação das tarefas para vários formatos.</span></strong></p>
<hr/>
<p><strong><a href="http://checkvist.com" target="_blank">CONGREGAR:<br />
</a><span style="font-weight: normal;">Às vezes quando queremos marcar um encontro ou reunião com mais de 2 pessoas fica difícil encontrar um dia conveniente para todo mundo. Esse sisteminha contorna isso. Você coloca o nome do evento e os dias disponíves, depois envia o link para todo mundo que vai participar. Os convidados então colocam que dias podem comparecer e o sistema te informa a data mais conveniente para a maioria. Muito bom.</span></strong></p>
<hr/>
<p><a href="http://www.manictime.com/" target="_blank"><strong>MANICTIME:</strong></a><br />
<a href="http://www.manictime.com/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1049" title="manictime" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/02/manictime.jpg" alt="manictime" width="570" height="117" /></a><br />
Esse é muito bom. Um programinha que fica rodando direto no computador e conta o tempo que você utiliza em cada aplicativo. Estou completamente viciado nele. É sempre bom termos uma idéia de quanto tempo demoramos para fazer cada coisa, para aprimorarmos estimativas. O Manictime é a maior mão na roda para isso porque contabiliza o tempo naturalmente.</p>
<hr/>
<p><a href="http://www.timeedition.com/en/index.html" target="_blank"><strong>TIMEDITION:</strong></a><br />
A funcionalidade desse segue a onda do ManicTime, mas aqui você que declara seus clientes, projetos e tarefas e o acionamento é manual, como num cronômetro. Mas o grande diferencial mesmo para o Manictime é que dá para exportar no formato do Google Calendar ou Outlook, então depois você importa e tudo fica sincronizado certinho. Não estou usando tanto como o Manictime, mas é legal.</p>
<hr/>
<p><strong><a href="http://www.tinypdf.com/" target="_blank">TINYPDF</a></strong> e <strong><a href="http://www.mergepdf.net/" target="_blank">MERGEPDF:</a></strong><br />
Sem os softwares de criação de PDF da Adobe é um pouco difícil manusear arquivos desse formato. As &#8220;impressoras pdf&#8221; já estão ficando meio batidas, para &#8220;imprimir&#8221; algum arquivo no formato PDF (eu particularmente uso o TinyPDF), mas o pulo do gato que descobri há pouco tempo foi um site que &#8220;merge&#8221; dois arquivos pdf, para ficar tudo no mesmo documento, separado pela paginação original. Excelente.</p>
<hr/>
<p><strong><a href="http://tinyurl.com/" target="_blank">TINYURL:</a></strong><br />
Esse é bem batido, mas é muito útil. Um site que reduz endereços de web muito grandes para facilitar o envio do link. Mão na roda pra usar no Twitter também, que só permite 140 caracteres.</p>
<hr/>
<p><strong><a href="http://www.tinychat.com/" target="_blank">TINYCHAT:<br />
</a><a href="http://www.tinychat.com/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1050" title="tinychat" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/02/tinychat.jpg" alt="tinychat" width="570" height="117" /></a></strong><br />
Mais um &#8220;tiny&#8221; :) Esse é pra criar salas de chat rapidamente e depois descartá-las, você só manda o link para quem quer que participe e está pronto. Ideal para reunir na mesma conversa pessoas que estejam usando messengers diferentes, agilizando algumas decisões. Depois você pode salvar o chat no seu computador.</p>
<p>***</p>
<p>(Prometo vir com algum texto  &#8220;exclusivo&#8221; após o carnaval)</p>
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		<title>Subindo o nível da discussão</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 00:47:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Na meia-noite do dia 29 de Março o GNT transmitirá o documentário americano I.O.U.S.A., espécie de &#8220;Uma Verdade Incoveniente&#8221; econômico. O filme mostra as causas e consequências da dívida gigante do governo americano, e foi lançado um pouco antes do caos financeiro começar na segunda metade do ano passado. Com visual moderno e uma lista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na meia-noite do dia 29 de Março o GNT transmitirá o documentário americano I.O.U.S.A., espécie de &#8220;Uma Verdade Incoveniente&#8221; econômico. O filme mostra as causas e consequências da dívida gigante do governo americano, e foi lançado um pouco antes do caos financeiro começar na segunda metade do ano passado. Com visual moderno e uma lista de entrevistados impressionante (incluindo Warren Buffett e Alan Greenspan), o filme levou para o cinema uma discussão normalmente distante para o grande público. Fez um relativo sucesso lá fora, chegando a concorrer ao prêmio de melhor documentário no Sundance Film Festival, mas aqui está pulando direto para a televisão. Confesso que não entendi o porquê, mas pelo menos poderemos vê-lo em casa.</p>
<p>Independente do teor do documentário, o que acho legal do filme é o fato de ele ser um bom símbolo de como o avanço dos meios de comunicação está ajudando a subir o nível da discussão da sociedade de uma maneira geral. Que o volume de informação disponível está crescendo a cada dia já é meio clichê, mas acho que estamos vendo também um aumento qualitativo do processo. E o mais importante: dos dois lados, tanto de quem oferece a informação quanto de quem consome.  </p>
<p>Ainda escreverei um post sobre o que acho que poderá ser o pulo do gato no nosso processo civilizatório daqui a algumas décadas: a combinação do aumento de força de trabalho educada, filhos de quem está alcançando a classe média hoje, com o arsenal poderoso de tecnologia da informação que está sendo arquitetado, internet rápida e disponível em equipamentos portáteis. Mas por enquanto aproveito para lembrar da transmissão desse documentário para os leitores do blog :)</p>
<p>Quem tiver  curiosidade, veja abaixo um &#8220;compacto&#8221; de 30mins do filme:</p>
<p><object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/O_TjBNjc9Bo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/O_TjBNjc9Bo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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