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	<title>feliphe.com &#187; Web</title>
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	<description>&#34;Todo aquele que se lança ao design está transformando situações existentes em situações preferidas.&#34; Herbert Simon</description>
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		<title>Twitter</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 20:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de buteco]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Não tenho escrito muito no blog (acho que o último post foi em março&#8230;) mas queria falar um pouco do Twitter. Estou impressionado com o negócio. Sério mesmo. Antes estava achando que era mais uma ondinha, mas agora que estou usando de forma útil comecei a valorizar a ferramenta. Algumas das coisas que aconteceram desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho escrito muito no blog (acho que o último post foi em março&#8230;) mas queria falar um pouco do Twitter. Estou impressionado com o negócio. Sério mesmo. Antes estava achando que era mais uma ondinha, mas agora que estou usando de forma útil comecei a valorizar a ferramenta.</p>
<p>Algumas das coisas que aconteceram desde que comecei a usar o Twitter:</p>
<p>1) Praticamente não leio mais feed de rss. Antes de começar a trabalhar dou uma olhada nos tweets que chegaram, vejo os sites e artigos interessantes enviados por quem eu sigo e dou uma navegada rápida pelas indicações. Tenho gostado mais do resultado final do que quando eu seguia feeds;</p>
<p>2) Participei de um congresso no início de outubro em São Paulo, apresentando um sistema que desenvolvemos no meu trabalho no ano passado. O pessoal do congresso estava twittando todas as palestras em tempo real. Na semana seguinte uma empresa ligou para o meu trabalho interessada em comprar o sistema, depois ter lido no Twitter os comentários sobre a apresentação.</p>
<p>Fala sério&#8230;</p>
<p>E o potencial desse acompanhamento real é um absurdo, a ser escrito por muitos e muitos outros posts. Não sei se será necessariamente pelo Twitter, mas definitivamente isso é uma tendência. Eu próprio já me vi acompanhando um congresso pela ferramenta, imagina quando estivermos transmitindo em tempo real na internet os vídeos que capturamos com nossos celulares? E quando um site conseguir integrar esses posts de texto, som e vídeo ao vivo para um determinado evento? O mundo acompanhado em tempo real pelos olhos da inteligência coletiva.</p>
<p>Meio assustador, mas acho maneiro :)</p>
<p>Para quem ainda está perdido segue <a href="http://informatica.hsw.uol.com.br/twitter1.htm" target="_blank">link explicando o que são os tweets</a> e o outro <a href="http://www.twhirl.org/" target="_blank">para baixar um programinha bom para usar a ferramenta (o Twirl)</a>.</p>
<p>Fiz uma apresentação rápida sobre como uma organização pode utilizar a inteligência coletiva de seus seguidores no Twitter para disseminar informação.</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_2337537">
<object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=smash2-091024150345-phpapp02&#038;rel=0&#038;stripped_title=twitter-inteligncia-coletiva-disseminao-de-informao" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=smash2-091024150345-phpapp02&#038;rel=0&#038;stripped_title=twitter-inteligncia-coletiva-disseminao-de-informao" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object></div>
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		<title>Produtividade Online</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 01:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou meio sumido. Essas últimas semanas têm sido meio corridas, mas publiquei um texto na intranet do meu trabalho que talvez seja útil para os leitores do blog. São recursos disponíveis gratuitamente na internet para ajudar na produtividade do dia-a-dia. Uso a maioria deles e recomendo a todos. Segue a lista: NETVIBES: Organiza na mesma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou meio sumido. Essas últimas semanas têm sido meio corridas, mas publiquei um texto na intranet do meu trabalho que talvez seja útil para os leitores do blog. São recursos disponíveis gratuitamente na internet para ajudar na produtividade do dia-a-dia. Uso a maioria deles e recomendo a todos. Segue a lista:</p>
<hr/>
<strong><a href="http://www.netvibes.com/" target="_blank">NETVIBES:<br />
</a><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.netvibes.com/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1048" title="netvibes" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/02/netvibes.jpg" alt="netvibes" width="570" height="117" /><br />
</a>Organiza na mesma interface todos os feeds de rss que acompanho. É rápido e fácil de configurar, além de ter outros recursos como caixa de emails, lista de tarefas e widgets. O legal é que dá para acessar de qualquer lugar conectado à internet, basta usar seu login e senha. Sem brincadeira, o Netvibes mudou o jeito como leito notícias na internet.</span></strong></p>
<hr/>
<p><strong><a href="http://checkvist.com" target="_blank">CHECKVIST:<br />
</a><span style="font-weight: normal;">O topo das &#8220;checklists&#8221;. Possibilita sub-tarefas, compartilhamento na web e exportação das tarefas para vários formatos.</span></strong></p>
<hr/>
<p><strong><a href="http://checkvist.com" target="_blank">CONGREGAR:<br />
</a><span style="font-weight: normal;">Às vezes quando queremos marcar um encontro ou reunião com mais de 2 pessoas fica difícil encontrar um dia conveniente para todo mundo. Esse sisteminha contorna isso. Você coloca o nome do evento e os dias disponíves, depois envia o link para todo mundo que vai participar. Os convidados então colocam que dias podem comparecer e o sistema te informa a data mais conveniente para a maioria. Muito bom.</span></strong></p>
<hr/>
<p><a href="http://www.manictime.com/" target="_blank"><strong>MANICTIME:</strong></a><br />
<a href="http://www.manictime.com/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1049" title="manictime" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/02/manictime.jpg" alt="manictime" width="570" height="117" /></a><br />
Esse é muito bom. Um programinha que fica rodando direto no computador e conta o tempo que você utiliza em cada aplicativo. Estou completamente viciado nele. É sempre bom termos uma idéia de quanto tempo demoramos para fazer cada coisa, para aprimorarmos estimativas. O Manictime é a maior mão na roda para isso porque contabiliza o tempo naturalmente.</p>
<hr/>
<p><a href="http://www.timeedition.com/en/index.html" target="_blank"><strong>TIMEDITION:</strong></a><br />
A funcionalidade desse segue a onda do ManicTime, mas aqui você que declara seus clientes, projetos e tarefas e o acionamento é manual, como num cronômetro. Mas o grande diferencial mesmo para o Manictime é que dá para exportar no formato do Google Calendar ou Outlook, então depois você importa e tudo fica sincronizado certinho. Não estou usando tanto como o Manictime, mas é legal.</p>
<hr/>
<p><strong><a href="http://www.tinypdf.com/" target="_blank">TINYPDF</a></strong> e <strong><a href="http://www.mergepdf.net/" target="_blank">MERGEPDF:</a></strong><br />
Sem os softwares de criação de PDF da Adobe é um pouco difícil manusear arquivos desse formato. As &#8220;impressoras pdf&#8221; já estão ficando meio batidas, para &#8220;imprimir&#8221; algum arquivo no formato PDF (eu particularmente uso o TinyPDF), mas o pulo do gato que descobri há pouco tempo foi um site que &#8220;merge&#8221; dois arquivos pdf, para ficar tudo no mesmo documento, separado pela paginação original. Excelente.</p>
<hr/>
<p><strong><a href="http://tinyurl.com/" target="_blank">TINYURL:</a></strong><br />
Esse é bem batido, mas é muito útil. Um site que reduz endereços de web muito grandes para facilitar o envio do link. Mão na roda pra usar no Twitter também, que só permite 140 caracteres.</p>
<hr/>
<p><strong><a href="http://www.tinychat.com/" target="_blank">TINYCHAT:<br />
</a><a href="http://www.tinychat.com/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1050" title="tinychat" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/02/tinychat.jpg" alt="tinychat" width="570" height="117" /></a></strong><br />
Mais um &#8220;tiny&#8221; :) Esse é pra criar salas de chat rapidamente e depois descartá-las, você só manda o link para quem quer que participe e está pronto. Ideal para reunir na mesma conversa pessoas que estejam usando messengers diferentes, agilizando algumas decisões. Depois você pode salvar o chat no seu computador.</p>
<p>***</p>
<p>(Prometo vir com algum texto  &#8220;exclusivo&#8221; após o carnaval)</p>
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		<title>Subindo o nível da discussão</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 00:47:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Na meia-noite do dia 29 de Março o GNT transmitirá o documentário americano I.O.U.S.A., espécie de &#8220;Uma Verdade Incoveniente&#8221; econômico. O filme mostra as causas e consequências da dívida gigante do governo americano, e foi lançado um pouco antes do caos financeiro começar na segunda metade do ano passado. Com visual moderno e uma lista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na meia-noite do dia 29 de Março o GNT transmitirá o documentário americano I.O.U.S.A., espécie de &#8220;Uma Verdade Incoveniente&#8221; econômico. O filme mostra as causas e consequências da dívida gigante do governo americano, e foi lançado um pouco antes do caos financeiro começar na segunda metade do ano passado. Com visual moderno e uma lista de entrevistados impressionante (incluindo Warren Buffett e Alan Greenspan), o filme levou para o cinema uma discussão normalmente distante para o grande público. Fez um relativo sucesso lá fora, chegando a concorrer ao prêmio de melhor documentário no Sundance Film Festival, mas aqui está pulando direto para a televisão. Confesso que não entendi o porquê, mas pelo menos poderemos vê-lo em casa.</p>
<p>Independente do teor do documentário, o que acho legal do filme é o fato de ele ser um bom símbolo de como o avanço dos meios de comunicação está ajudando a subir o nível da discussão da sociedade de uma maneira geral. Que o volume de informação disponível está crescendo a cada dia já é meio clichê, mas acho que estamos vendo também um aumento qualitativo do processo. E o mais importante: dos dois lados, tanto de quem oferece a informação quanto de quem consome.  </p>
<p>Ainda escreverei um post sobre o que acho que poderá ser o pulo do gato no nosso processo civilizatório daqui a algumas décadas: a combinação do aumento de força de trabalho educada, filhos de quem está alcançando a classe média hoje, com o arsenal poderoso de tecnologia da informação que está sendo arquitetado, internet rápida e disponível em equipamentos portáteis. Mas por enquanto aproveito para lembrar da transmissão desse documentário para os leitores do blog :)</p>
<p>Quem tiver  curiosidade, veja abaixo um &#8220;compacto&#8221; de 30mins do filme:</p>
<p><object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/O_TjBNjc9Bo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/O_TjBNjc9Bo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Pixar e inovação</title>
		<link>http://feliphe.com/pixar-e-inovacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 19:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há alguns anos atrás, esperando para ser atendido no dentista, li numa dessas revistas típicas de sala de espera uma coisa que ficou na minha cabeça. Desses parágrafos que são melhores que livros inteiros. Achei legal dividir aqui no blog com vocês :) A tal idéia estava em uma entrevista com John Lasseter, chefão da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-909" title="pixar1" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/01/pixar1.jpg" alt="pixar1" width="500" height="244" /></p>
<p>Há alguns anos atrás, esperando para ser atendido no dentista, li numa dessas revistas típicas de sala de espera  uma coisa que ficou na minha cabeça. Desses parágrafos que são melhores que livros inteiros. Achei legal dividir aqui no blog com vocês :)</p>
<p>A tal idéia estava em uma entrevista com John Lasseter, chefão da Pixar. Ele explica que um dos maiores  inspiradores do trabalho dele era seu irmão Jim, já morto na época mas que tinha sido um designer brilhante  em vida. Uma frase de Jim ajudou a definir os rumos que o trabalho de Lasseter tomou desde o início de sua carreira:</p>
<blockquote><p>You know, what I think makes sense in fashion design is to take a really wild fabric and then make a classic pattern or piece of clothing with it. Either that, or you take a classic fabric and make a crazy pattern with it.&#8221;</p></blockquote>
<p>O pensamento central é que se você cria dessa forma as pessoas sempre terão alguma coisa que lhes é familiar para se relacionar com sua idéia, mesmo ela sendo nova. Se você fizer uma roupa louca com um tecido louco as pessoas não entenderão. Se você fizer uma roupa normal com um tecido normal as pessoas vão achar chato. Então misture os dois conceitos.</p>
<p>Simples, mas genial.</p>
<h3>Como o pensamento influencia trabalho de Lasseter?</h3>
<p>Quando começou a trabalhar com computação gráfica ele viu um monte de nerds gerando imagens de esferas e cubos coloridos dançando no espaço a partir de cálculos em seus softwares, acompanhadas de sons engraçados como &#8220;beep-beep-bo-beep&#8221;. Ele também achou legal, mas lembrou do seu irmão e pensou &#8220;A tecnologia é o máximo, mas as pessoas não vão entender.&#8221;.</p>
<p>Então em 1986 surge <a id="aptureLink_U6F85FaCmj" href="http://www.youtube.com/watch?v=46mcpqOVN08">Luxor Jr</a>, a lampadazinha que todo mundo conhece hoje como o símbolo da Pixar. Usando animação computadorizada em um filme com personagens e enredo, Lasseter usou uma tecnologia que as pessoas não conheciam mas em um formato que elas entenderiam. O resultado foi muito bem recebido, e assim a promissora vida da Pixar tem início. Depois vem a história que todo mundo já conhece: uma sequência de sucessos que agrada a todos, dos molequinhos aos marmanjos, passando por filmes como Toy Story, Procurando Nemo e Wall-E (uma obra-prima, na minha humilde opinião).</p>
<p>Mas agora tanto o tecido como a roupa estão ficando &#8220;normais&#8221;, a audiência está ficando acostumada com computação gráfica. Como manter o frescor? Lasseter, atualmente também diretor criativo da Disney, já anunciou para o final de 2009 o filme &#8220;<a id="aptureLink_nMEm66XyBf" href="http://www.youtube.com/watch?v=h6DmEgtibOg">The Princess and the Frog</a>&#8220;. A animação é feita à mão (uma técnica já meio louca para as crianças de hoje) e traz pela primeira vez na história da empresa uma protagonista negra. Idéias novas, utilizando formatos familiares.</p>
<h3>Aplicando no mundo real</h3>
<p>No ano passado trabalhei no desenvolvimento de um sistema que tinha um objetivo um tanto quanto complicado: tornar agradável para os integrantes de uma equipe o ato de registrar tudo que foi feito durante o dia de trabalho. Uma espécie de diário de atividades. As informações providas por esse diário são de grande importância para a alta gerência da empresa, afinal é conhecimento do negócio que está declarado ali. Mas convenhamos: ter que escrever tudo o que você fez durante o dia, todos os dias, pode ser muito chato.</p>
<p>Daí comecei a pensar nos pensamentos de Lasseter. Como fazer as pessoas se identificarem com o produto que estávamos desenvolvendo? O que seria familiar para elas? Quando chegamos a conclusão pensamos que, apesar de louco a princípio, na verdade não poderia ser mais óbvio: Orkut!</p>
<p>Fala sério, todo mundo usa Orkut. Mesmo sem obrigação e não tendo nenhum ganho direto com isso, as pessoas adoram esses sites de redes sociais. E não é só no Brasil, as comunidades online são febre no mundo inteiro. MySpace nos EUA, Facebook na Europa, Orkut na Índia, Laiba na China e por aí vai. Começamos a estudar esses sistemas, pesquisando se havia pontos em comum que poderiam ser utilizados na busca por integração e participação dos nossos usuários.</p>
<p>Nesses estudos vimos que sim, essas redes apresentam diversos pontos em comum na sua forma de utilização. Os mais fortes, que viriam a definir o desenvolvimento do nosso sistema, foram os seguintes:</p>
<p><strong>Acesso personalizado: </strong>ao se logar o usuário vê sua tela pessoal, com informações relevantes para si próprio e não uma página genérica igual para todos do sistema.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-919" title="orkut" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/01/orkut.jpg" alt="orkut" width="500" height="202" /></p>
<p><strong> Feed/atualizações: </strong>todas as redes sociais trazem em suas telas iniciais atualizações que possam ser de interesse para o usuário, como mudanças na páginas de amigos e atividades recentes em suas comunidades. O usuário não precisa ficar navegando de página em página para ver as últimas novidades.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-920" title="facebook" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/01/facebook.jpg" alt="facebook" width="500" height="202" /></p>
<p><strong> Facilidade de colaboração:</strong> em todos os sistemas é fácil inserir novas informações para a rede social, como scraps, comentários e vídeos.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-921" title="last" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/01/last.jpg" alt="last" width="500" height="202" /></p>
<p><strong> Ego/Vaidade:</strong> todos os sistemas jogam com a vaidade do usuário, expondo informações como quantidade de amigos e avaliações pessoais. Todos querem aparecer bem na fita.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-922" title="orkut2" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/01/orkut2.jpg" alt="orkut2" width="500" height="202" /></p>
<p>Tomamos essas características como a lâmpada do filme da Pixar. O produto possui todas as características  importantes para a alta gerência (distante do público) mas com a roupagem de um site de rede social (familiar para os usuários). E assim o sistema foi desenvolvido, com direito até a fotinho de cada integrante da equipe.</p>
<p>Não foi fácil convencer que o Orkut seria um bom modelo a ser seguido para uma ferramenta corporativa. Mas agora o sistema já está funcionando na empresa há alguns meses e, modéstia a parte :) , acho que está sendo muito bem sucedido. As pessoas estão se identificando com ele, colocando suas fotos, ninguém quer parecer atrasado em seus registros e a participação está mais fácil. As informações finalmente estão sendo reunidas. Todo mundo sai feliz, equipe e diretoria.</p>
<p>Mas o mais importante desse blá-blá-blá todo é : quer vender uma idéia muito inovadora mas difícil? Coloque-a em uma estrutura familiar para seu público. Se a idéia for realmente boa acho que a chance de dar certo será bem maior.</p>
<p>***</p>
<p><a href="http://money.cnn.com/2006/05/15/magazines/fortune/pixar_futureof_fortune_052906/index.htm" target="_blank">Leia a entrevista de Lasseter na íntegra</a></p>
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		<title>Arte high-tech</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jan 2009 12:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de buteco]]></category>
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		<description><![CDATA[O Google (sempre ele&#8230;) lançou um novo projeto semana passada. Agora é possível &#8220;navegar&#8221; por 14 pinturas do Museu do Prado, através do seu software Google Earth. O grande lance do serviço é que a resolução das imagens é de 14.000 milhões de pixels, equivalente a um nível de detalhe 1.400 vezes maior que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/01/prado3.jpg" alt="prado3" title="prado3" width="501" height="245" class="alignnone size-full wp-image-871" /></p>
<p>O Google (sempre ele&#8230;) lançou um novo projeto semana passada. Agora é possível &#8220;navegar&#8221; por 14 pinturas do Museu do Prado, através do seu software Google Earth. O grande lance do serviço é que a resolução das imagens é de 14.000 milhões de pixels, equivalente a um nível de detalhe 1.400 vezes maior que o de fotos tirada por uma câmera de 10 megapixels. Isso permite impressionantes zooms em cada tela, uma experiência impossível mesmo quando vamos no museu propriamente dito. Assista abaixo ao making-off (2:55s):</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/D1EOJr11bvo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/D1EOJr11bvo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>No Financial Times saiu um <a href="http://www.ft.com/cms/s/0/fdf41bd6-e3f3-11dd-8274-0000779fd2ac.html" target="_blank">artigo</a> que achei meio bobo falando sobre isso. O colunista Christopher Caldwell, empolgado com o projeto, tenta explicar porque existem galerias de arte, revendo avanços tecnológicos como esse oferecido pelo Google. Me pareceu que ele não acha tão fundamental assim ver as telas originais.</p>
<blockquote><p>Everyone involved with the project insists that you still have to go to the Prado if you want to see these paintings properly. &#8220;There is no substitute for the direct experience of the work,” says Miguel Zugaza, director of the Prado.<br />
&#8230;<br />
Why not? Similar arguments made about the theatre almost a century ago did not stop the cinema from supplanting it. The physicality of a painting might be missed, but not that much. Paintings are flat.&#8221;</p></blockquote>
<p>No último parágrafo ele diz o seguinte:</p>
<blockquote><p>Should there be museums? Of course. But if we subject them to the same hard-headed de-mystification to which we subject, say, fox hunting, men’s clubs and smoking, and if we exclude social, traditional, moral and mystical justifications as somehow illegitimate, we will find it hard to make a case for them. Art museums will join the list of institutions – newspapers, for example – that are withering in the hot light of information technology, no matter how indispensable to civilised life they may once have seemed.&#8221;</p></blockquote>
<p>Sinceramente&#8230; Comparar galeria de arte com caça esportiva e strip-bars é um pouco absurdo, né? <em>&#8220;Mystical justifications&#8221;</em>? Talvez eu seja suspeito porque gosto de ir a museus, mas não acho que quem vá à exposições vá substituir esse costume pelo Google. Existem basicamente dois tipos de pessoas que vão à galerias: as que vão por turismo e as que vão por interesse artístico. Não acredito que algum dos dois grupos vá trocar essa experiência por uma tela de computador.</p>
<p>De qualquer forma ficar comparando as duas experiências é uma besteira. Elas não deveriam ser concorrentes, mas sim complementares. Fiz um curso em Londres sobre &#8220;Empreendimentos para Indústria Criativa&#8221; e tínhamos uma colega russa na turma que era responsável por um projeto muito legal. Ela estava instalando sensores abaixo dos nomes das obras em alguns museus, ativados por bluetooth dos celulares dos visitantes. As pessoas poderiam se cadastrar nos sites dos museus e, ao visitarem alguma exposição nesses espaços, poderiam selecionar as obras de maior interesse através de seus celulares. Na mesma hora informações importantes relacionadas a essas obras apareceriam tanto nas telas de seus aparelhos como em suas caixas de email. Pintores relacionados, contexto histórico, outras exposições do artista na cidade e coisas do gênero. Às vezes não queremos fazer anotações enquanto estamos em um museu, mas também não gostaríamos de perder informações relacionadas às obras. O projeto da menina russa contornaria isso. Eu achei genial.</p>
<p>Imagino que essa seja uma das coisas mais interessantes em relação à tecnologia. Usar como apoio e expansão da experiência das atividades que nos dão prazer, ou pelo menos nos dar mais tempo para curti-las. Uma coisa não anula a outra.</p>
<p>Gostei muito do serviço do Google. Já estou imaginando a utilização dele em mesas com touch-screen no meio da sala. Provavelmente vamos comprar menos catálogos de exposições, mas não tenho dúvida que vamos continuar indo a exposições. Simples assim. :)</p>
<p><a href="http://www.google.com/intl/en/landing/prado/" target="_blank">Visite o site do serviço</a></p>
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		<title>Além do Akinator</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 02:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de buteco]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Mercado em crise, conflitos na Faixa de Gaza, crise energética entre Rússia e União Européia&#8230; Sei que tem um monte de problemas sérios acontecendo, então pode ser que o tema desse post vá parecer um pouco bobo para o momento. Mas está sendo mais forte que eu&#8230; Tenho que falar&#8230; AKINATOR!!! :) E não sou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-835" title="akinator" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/01/akinator.jpg" alt="akinator" width="480" height="224" /></p>
<p>Mercado em crise, conflitos na Faixa de Gaza, crise energética entre Rússia e União Européia&#8230; Sei que tem um monte de problemas sérios acontecendo, então pode ser que o tema desse post vá parecer um pouco bobo para o momento. Mas está sendo mais forte que eu&#8230; Tenho que falar&#8230;</p>
<p><a href="http://en.akinator.com/" target="_blank">AKINATOR!!!</a> :)</p>
<p>E não sou só eu que estou pensando nisso. Olhem abaixo a tendência de busca dos últimos 30 dias no Google Brasil para o site do jogo, contra os termos &#8220;Gaza&#8221;, &#8220;Russia&#8221; e &#8220;Crise&#8221;. </p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-814" title="tendencias" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/01/tendencias.jpg" alt="tendencias" width="480" height="203" /></p>
<p>Na boa, quem não conhece ainda por favor <a href="http://en.akinator.com/" target="_blank">entre agora e jogue</a>, se não talvez você não entenda minha embasbacação. Basicamente o Akinator é um jogo &#8220;Perfil&#8221; moderno: você pensa em uma pessoa (famosa de preferência), o site te faz até 20 perguntas e, a partir das suas respostas, descobre o nome que você pensou. Falando assim parece idiota, mas o índice de acertos do gênio é bizarramente alto.</p>
<p>Decidi escrever sobre o Akinator aqui porque, além do troço ser muito divertido, ainda é inteligente pra caramba. Exemplo perfeito de inteligência coletiva bem aplicada à abrangência da internet. O site tem por trás um algoritmo que o deixa mais inteligente a cada jogo, tanto quando acerta como quando erra. Quando ele adivinha corretamente as perguntas utilizadas se reforçam para determinada pessoa, quando ele não acerta ele te pergunta em quem você estava pensando. Nessa ele fica mais inteligente ainda, pois adiciona uma nova pessoa à sua base de dados. Como o esquema é engraçado cada vez mais gente joga, consequentemente mais rápido ele aprende, e o fenômeno está criado.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-815" title="ciclo_akinator" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2009/01/ciclo_akinator.jpg" alt="ciclo_akinator" width="480" height="321" /></p>
<p>Agora imaginem no potencial dessa idéia: um monte de gente alimentando bases de dados com seu próprio conhecimento, por livre e espontânea vontade, simplesmente porque está se divertindo enquanto faz isso.</p>
<p>Bem&#8230; Já pensaram nisso :) E a tendência está cada vez mais forte. Abaixo listo alguns sites onde a idéia está sendo explorada, vocês verão que o movimento está muito mais avançado do que imaginaríamos.</p>
<p><strong>FOLDit :: Solve Puzzles For Science<br />
<span style="font-weight: normal;">O <a href="http://fold.it/portal/" target="_blank">FOLDit</a> é uma espécie de &#8220;Tetris&#8221; moderno, que está ajudando a desvendar um dos principais desafios da biotecnologia: a lógica por trás da formação de proteínas. Os jogadores do FOLDit, ao criarem virtualmente novas cadeias protéicas, na verdade estão apoiando cientistas no desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas. Com os resultados desse projeto já foram publicados diversos artigos nas revistas Nature e Science.</span></strong></p>
<p><strong>GWAP :: Games With a Purpose<br />
<span style="font-weight: normal;">O lema do <a href="http://www.gwap.com/gwap/" target="_blank">GWAP</a> é ousado: ajude o mundo enquanto você joga. O site potencializa a idéia de tags e segmentação da internet, observando padrões no nosso comportamento que podem ajudar na organização das informações espalhadas pela web. O jogo mais famoso deles, o ESP, rotulou mais de 50 milhões de fotos com palavras-chaves, depois deu origem à própria <a href="http://images.google.com/imagelabeler/" target="_blank">ferramenta do Google</a> que está ajudando a tagear imagens da internet. Os cálculos do Google podem ranquear textos, mas não podem dizer o conteúdo de uma foto ou de um vídeo. Nossos olhos podem, e essas ferramentas se utilizam disso.</span></strong></p>
<p><strong>reCAPTCHA<br />
<span style="font-weight: normal;">Esse é sensacional. Você já viu aquelas palavras distorcidas que aparecem em alguns sites quando estamos confirmando uma operação, como um cadastro por exemplo? Pois bem, essas imagens com as palavras tortas são chamadas de &#8220;captchas&#8221;. Esses sites as utilizam porque computadores espiões não conseguem ler esse texto, então quando você responde corretamente você prova ao sistema que é humano. O <a href="http://recaptcha.net/" target="_blank">reCAPTCHA</a> utiliza esse recurso para identificar fragmentos de textos em manuscritos antigos que estão sendo digitalizados, mas que não foram reconhecidos pelo computador por estarem muito distorcidos. Ele coloca esse código junto com outro captcha real em formulários de cadastro espalhados pela internet. A segunda imagem seria o verdadeiro &#8220;teste de humanidade&#8221;. Ao decifrar corretamente as duas palavras para confirmar a operação você prova que é humano e ao mesmo tempo ajuda a digitalizar o tal manuscrito, sem nem se dar conta. O sistema já ajudou a transcrever mais de 1 bilhão de palavras, e está sendo utilizado agora para digitalizar 130 anos de edições antigas do The New York Times.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Fala sério&#8230; Esse mundo está ficando louco. Mas eu me amarro nessa idéia :)</span></strong></p>
<p>Da próxima vez que você ficar que nem um maluco jogando no Akinator não sinta-se tão culpado. Pense que você está ajudando na disseminação da idéia de inteligência coletiva aplicada a jogos e serviços na internet. :)</p>
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		<title>Mais que tapa na pantera</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 20:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de buteco]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse post é rapidinho, para quem passar aqui entre os feriados de Natal e Ano-Novo. Está acontecendo uma coisa muito legal na internet. Já foi a época que a tecnologia de vídeos online era só utilizada para ver &#8220;Tapa na Pantera&#8221; e afins. Agora é possível aprender sobre um monte de coisas de forma rápida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse post é rapidinho, para quem passar aqui entre os feriados de Natal e Ano-Novo.</p>
<p>Está acontecendo uma coisa muito legal na internet. Já foi a época que a tecnologia de vídeos online era só utilizada para ver &#8220;Tapa na Pantera&#8221; e afins. Agora é possível aprender sobre um monte de coisas de forma rápida e agradável, através de vídeos disponibilizados gratuitamente em sites que vão muito além do Youtube. E o que é mais interessante é que alguns vídeos não estão sendo apenas adaptados para a internet, na verdade muitos deles estão sendo produzidos especificamente para o formato web. Mérito dos softwares de animação, equipamentos de filmagem e gerenciadores de conteúdo para sites cada vez mais acessíveis,  combinados ao advento das redes sociais online. Juntas essas inovações estão tornando possível a proliferação desse tipo de mídia.  </p>
<p>Claro que depois de ver os vídeos a gente se esquece de quase tudo :), mas alguma coisa sempre fica.</p>
<p>Decidi reunir alguns exemplos aqui, para quem tiver um tempinho livre nesses dias de festa.</p>
<h2>Leveraging and deleveraging</h2>
<p>Alavancagem financeira, empréstimos, &#8220;dinheiro que não existe&#8221;. Às vezes a gente lê no jornal &#8220;A empresa X estava muito alavancada&#8221;, mas muita gente não sabe direito o que isso significa. Pois aprenda agora, em apenas 8mins.</p>
<p><object width="400" height="302" data="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2466247&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2466247&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/marketplace/videos/sort:date" target="_blank">Mais vídeos de Marketplace.</a></p>
<h2>Congo</h2>
<p>Quem sabe alguma coisa da história recente do Congo levanta a mão! Fala sério, difícil, né? Essa é daquelas notícias que saem no Jornal Nacional, a gente escuta, fica chocado, mas depois esquece. E o pior: não consegue juntar as notícias que saem sobre o assunto umas com as outras. Pois não fique mais boiando, assistindo a essa animação da Economist de 4mins.</p>
<p><iframe src='http://video.economist.com/linking/index.jsp?skin=oneclip&#038;ehv=http://audiovideo.economist.com/&#038;fr_story=6123320a39d80ad56bc0157aa1e36988db01fa9f&#038;rf=ev&#038;hl=true' width=402 height=336 scrolling='no' frameborder=0 marginwidth=0 marginheight=0></iframe><br />
 <br />
<a href="http://audiovideo.economist.com/" target="_blank"> Mais vídeos da Economist.</a></p>
<h2>China e o Natal dos EUA</h2>
<p>Esse é mais engraçado, mas importante do mesmo jeito. Dá uma idéia da importância dos produtos chineses para a sociedade americana e, simetricamente, das importações americanas para a economia chinesa. Podemos entender porque uma crise nos EUA tem um impacto tão grande no gigante da Ásia e, conseqüentemente, no mundo todo &#8211; lembrando que ambos EUA e China são os dois maiores parceiros comerciais de diversos países, incluindo o Brasil. Uma lição em menos de 2mins.</p>
<p><object width="416" height="264" data="http://www.good.is/wp-content/plugins/video/component.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="flashvars" value="video=http://s3.amazonaws.com/www.goodmagazine.com/videos/Xmas.mp4&amp;image=http://s3.amazonaws.com/www.goodmagazine.com/splash/1229719966-Xmas4.jpg&amp;title=Christmas: Made in China&amp;doubleClickUrl=http://www.good.is/?p=14302" /><param name="src" value="http://www.good.is/wp-content/plugins/video/component.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><a href="http://www.good.is/sections/video/videos.php" target="_blank">Mais vídeos da Good.</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Viu? Viu?</title>
		<link>http://feliphe.com/viu-viu/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 23:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de buteco]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[A informação está cada vez mais acessível. Notícias do Brasil e do mundo nos chegam com muita facilidade através de um monte de canais: internet, televisão, livrarias, rádio, bancas de jornais (é possível comprar a Newsweek aqui no Rio pela humilde bagatela de R$11,00). Acho isso tudo muito bom, mas concordo que também pode acabar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A informação está cada vez mais acessível. Notícias do Brasil e do mundo nos chegam com muita facilidade através de um monte de canais: internet, televisão, livrarias, rádio, bancas de jornais (é possível comprar a Newsweek aqui no Rio pela humilde bagatela de R$11,00).</p>
<p>Acho isso tudo muito bom, mas concordo que também pode acabar ficando um pouco cansativo. Precisamos aproveitar alguns recursos para tornar a absorção dessa enxurrada de análises e dados mais digerível, até porque se parássemos para acompanhar tudo não iríamos fazer mais nada de nossas vidas. E tem um desses recursos para organização de informação que eu sou particularmente fã: os gráficos. Eles permitem que a gente &#8220;veja&#8221; a informação, que às vezes é muito pesada para ser apenas &#8220;lida&#8221;.</p>
<p>Engraçado pensar que já teve gente contra a utilização de gráficos para análises de cenários, afirmando que toda análise visual já passa, mesmo que involuntariamente, a impressão do autor em relação ao assunto. Pode até ser, mas nesse caos informacional que vivemos hoje acho que a utilização bem feita de gráficos vem bem a calhar. Afinal de contas, como dizem, uma imagem vale mais do que mil palavras.</p>
<p>O fato de termos hoje muitos dados armazenados, tecnologias de processamento cada vez mais poderosas e ferramentas colaborativas a disposição na web está tornando possível a reprodução de gráficos muito interessantes. Queria listar nesse post alguns desses serviços e exemplos de análises visuais de informações.</p>
<h2>Nuvem de palavras</h2>
<p>Você traçar sobre o que vai falar para um público é simples, mas talvez a quantidade de vezes que você usa determinadas palavras seja um índice mais fiel para entender o teor do seu discurso. Pensando nisso o New York Times montou um gráfico mostrando quais palavras foram mais utilizadas nas convenções dos Republicanos e dos Democratas antes das eleições nos EUA. A partir desse gráfico o jornal concluiu que &#8220;Republicanos falaram sobre reforma e caráter mais frequentemente que os Democratas&#8221;. E que &#8220;Republicanos tiveram maior inclinação para falar sobre negócios e impostos, enquanto Democratas focaram mais no mercado de trabalho e na economia.&#8221;</p>
<p>Abaixo segue a análise.</p>
<p><a href="http://www.nytimes.com/interactive/2008/09/04/us/politics/20080905_WORDS_GRAPHIC.html?scp=2&amp;sq=graph+chart+speech+words&amp;st=cse" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-409" title="discurso" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2008/11/discurso.jpg" alt="" width="480" height="332" /></a></p>
<p>Meu blog não é uma convenção de partido americano :), mas como eu sou metido resolvi fazer também uma análise sobre o que meus últimos posts estavam falando. O site <a href="http://www.wordle.net/" target="_blank">Wordle</a> permite isso, você só precisa colocar um texto ou um site e eles automaticamente geram a nuvem de palavras para você. Abaixo segue minha nuvem.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-410" title="minhanuvem" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2008/11/minhanuvem.jpg" alt="" width="480" height="311" /></p>
<p>Muito interessante né? Acho que estou falando muito sobre a crise. Acho também que foquei muito nos acontecimentos das últimas duas semanas. E, por último, acho que estou falando muito a palavra &#8220;acho&#8221;. :)</p>
<h2>Gráficos colaborativos</h2>
<p>Imaginem um fórum de discussões de pessoas engajadas, que não gostam de &#8220;achismos&#8221; e que estão sempre amparadas por dados estatísticos. São as páginas de gráficos colaborativos. Os visitantes fazem upload de gráficos e depois todo mundo que acessa o site pode discutir sobre eles ou relacioná-los a outras análises. Eu acho o máximo. Dois sites que sei que fazem isso: o <a href="http://www.swivel.com" target="_blank">Swivel</a> e o <a href="http://www.visualizingeconomics.com" target="_blank">Visualizing Economics</a>.</p>
<p>Abaixo segue um gráfico que achei interessantíssimo do site Swivel: uma comparação entre as presenças &#8220;internéticas&#8221; de McCain e Obama, com índices como &#8220;Amigos no Facebook&#8221;. Como era de se esperar o Obama bombou em todos os tópicos.</p>
<p><a href="http://www.swivel.com/graphs/show/30312031?zoom=1" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-411" title="webobama" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2008/11/webobama.jpg" alt="" width="480" height="263" /></a></p>
<p>Outro gráfico, agora comparando riqueza com satisfação pessoal, retirado do Visualizing Economics. Sei que está pequeno, mas clique na imagem para ver o site original.</p>
<p><a href="http://www.visualizingeconomics.com/2008/04/17/does-higher-income-increases-happiness/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-412" title="happy" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2008/11/happy.jpg" alt="" width="480" height="259" /></a></p>
<p>Fala sério, muito legal né? Onde você encontraria gráficos como esses reunidos no mesmo lugar, com pessoas que nem se conhecem discutindo sobre eles?</p>
<h2>Teia</h2>
<p>Você leu um livro que gostou muito e quer buscar outras referências que complementem o assunto da publicação. O que você faz? Buscar no Google é a resposta mais óbvia, mas agora você pode utilizar um recurso no mínimo mais divertido: uma rede visual de ligações com o livro, ou teia. No site <a href="http://amaznode.fladdict.net" target="_blank">Amazoned</a> você digita o nome do que está procurando e o sistema deles começa a gerar um gráfico impressionante de produtos na Amazon ligados ao termo buscado. Cada caixinha aberta com um produto faz um &#8220;blob!&#8221;, e faz você pensar &#8220;Nossa, a internet é muito legal mesmo.&#8221;. Abaixo segue o resultado da minha busca pelo livro &#8220;The Wisdom of Crowds&#8221;. Já achei um monte de livro que fiquei curioso :).</p>
<p><a href="http://amaznode.fladdict.net/#keywords=wisdom%20of%20crowds&amp;locale=us&amp;searchIndex=Books&amp;affiliate=fladdict-20" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-413" title="teia" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2008/11/teia.jpg" alt="" width="480" height="473" /></a></p>
<p>***</p>
<p>Hummm&#8230; Sei que esse post foi meio cultura inútil, mas ficar falando só de economia e de crise também pode ficar meio chato, né? Enfim, espero que vocês tenham achado os endereços interessantes.</p>
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		<title>A Internet e nossas eleições</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 02:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[O TSE nessas eleiçoes proibiu que os candidatos fizessem qualquer tipo de propaganda política em sites que não os seus próprios. No início pensei &#8220;Pôxa, não vamos ter videozinhos de youtube a la Obama x McCain&#8230;&#8221;. Mas acho que, de um outro jeito, a web está sendo usada sim para influenciar a disputa por aqui.  Ainda bem. Duas coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O TSE nessas eleiçoes proibiu que os candidatos fizessem qualquer tipo de <a href="http://www.tre-sc.gov.br/site/noticias/news/noticia/arquivo/2008/abril/artigos/propaganda-eleitoral-na-internet-so-pode-ser-divulgada-em-pagina-exclusiva-da-campanha-1/index.html" target="_blank">propaganda política</a> em sites que não os seus próprios. No início pensei &#8220;Pôxa, não vamos ter videozinhos de youtube a la Obama x McCain&#8230;&#8221;. Mas acho que, de um outro jeito, a web está sendo usada sim para influenciar a disputa por aqui.  Ainda bem.</p>
<p>Duas coisas na web que me chamaram atenção nesses últimos dias:</p>
<p>1) <a href="http://www.obraemprogresso.com.br/" target="_blank"><strong>O blog do Caetano</strong> <strong>Veloso.</strong> </a>Quantas vezes ele consegue falar a palavra &#8220;Gabeira&#8221; por frase? Trecho de parágrafo tirado do último post do site:</p>
<blockquote><p>GABEIRA GABEIRA GABEIRA GABEIRA GABEIRA GABEIRA. Vamos redobrar o entusiasmo e deixar a onda crescer. Gabeira é uma onda boa. O Rio está tendo coragem de olhar para si mesmo. Acho que estamos bem com Paes e Gabeira para escolher. Não tenho nada contra Paes. Mas Gabeira é muito mais coerente. Desprezemos a mão pesada da grande imprensa em sua tentativa de sufocar a força espontânea que a candidatura de Gabeira desencadeou. Tudo o que ele fez de admirável &#8211; respeito aos concorrentes, limpeza na campanha de rua, desprezo pelos “santinhos” &#8211; vai ganhar cada vez mais significado. Gabeira se eleger prefeito do Rio é algo bom em si mesmo.</p></blockquote>
<p>2) <strong><a href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/" target="_blank">O post do Noblat sobre a propaganda preconceituosa da Marta Suplicy atacando o Kassab.</a> </strong>Na verdade o texto do Noblat foi uma reunião de vários outros blogs, muito bom. O parágrafo que abre o post:</p>
<blockquote><p>Nunca antes na história deste país os mais destacados blogueiros haviam falado a mesma língua, defendido o mesmo ponto de vista e investido na mesma direção. Pois isso ocorreu ontem &#8211; e talvez jamais se repita. Credite-se a proeza a Marta Suplicy, candidata do PT à prefeita de São Paulo, e ao comercial de sua campanha que perguntou sobre a condição civil de Gilberto Kassab (DEM). </p></blockquote>
<p>Pelo número de comentários nos dois blogs dá para ter uma idéia do impacto que a mídia internética tem na cabeça das pessoas. Mais uma vez: ainda bem. :)</p>
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		<title>Follow the leader?</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 02:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feliphe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Entendo que as eleições dos EUA afetam o mundo inteiro, afinal queiram ou não eles ainda são a maior economia do planeta. Sem dúvida o presidente americano é um dos líderes mundiais que mais têm impacto em nossas vidas. Mas… bom, é UM dos. Não é O líder. Ou é? Prefiro acreditar que não. Aí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.economist.com/vote2008/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-76" title="economist" src="http://feliphe.com/wp-content/uploads/2008/09/economist.jpg" alt="" width="480" height="224" /></a></p>
<p>Entendo que as eleições dos EUA afetam o mundo inteiro, afinal queiram ou não eles ainda são a maior economia do planeta. Sem dúvida o presidente americano é um dos líderes mundiais que mais têm impacto em nossas vidas. Mas… bom, é UM dos. Não é O líder. Ou é? Prefiro acreditar que não.</p>
<p>Aí vem a <a href="http://www.economist.com/vote2008/" target="_blank">Economist</a> e monta uma “eleição mundial” para próximo presidente dos EUA. Sei que é um exercício de imaginação e tal, mas essa de “<em>what if the whole world could vote</em>” e “<em>global electoral college</em>”, hummm, não sei não… Gosto da revista, mas às vezes acho que eles forçam a barra um pouco demais. Tenho a impressão que eles seguem firmemente a idéia de que ‘a melhor forma de prever o futuro é criá-lo’. E o que me deixa mais ressabiado é que fica claro que a revista sabe a influência que têm sobre muita gente no mundo, e fica jogando com isso.</p>
<p>Acho que eu estou meio perseguido. Logo eu que estava tão otimista até o último post… Não, estou brincando, ainda estou otimista. Mas que fico com o pé atrás às vezes com a Economist isso fico…</p>
<p>Peraí. Será que eu estou virando vermelhinho??  :)</p>
<p>(Obs: Só como curiosidade, quando escrevi esse post o Obama estava ganhando com 75% dos votos aqui no Brasil. Aliás, a parte de azul no mapa aí de cima são os lugares onde o Obama é preferido até o momento. Engraçado, né?)</p>
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